Eu, realmente, perco o sentido
Com a sua voz aos meus ouvidos
O que confunde nosso absurdo
E é por isso que me faço mudo
Eu prendo a respiração
Se esbarram nossas mãos
Corre o arrepio pelo corpo
Eu me perco -- todo
(...)
Nossa aquarela é feita em seus traçados
Tão firmes e difíceis de esquecer.
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Parte da minha primeira poesia
que tinha destinatário certíssimo.
Te amo, Mô.