"Me lembro de escrever, em algum cantinho de papel perdido, que esperava 2013 com muita esperança. 2012 foi um ano de tanto sacrifício, de tantas perdas traumáticas, de tanto planejamento que me pareceu impossível não sonhar com o ano que se iniciava -- até mesmo como fuga da realidade.
2013 começou com os meus sobrinhos gritando. Vê-los, sempre, é sinal de toda beleza que ainda existe na vida. Acordar com o Jota e o Lipe é, sem dúvida, presságio de felicidade."
Começo do meu último texto do ano.
Sou uma tia coruja. Admito.