"Eu desejo, principalmente, que você, nunca, mude. Que grite, sempre, quando alguém passar dos limites! Porque no dia que alguém te amolar e você falar baixo não vai ser mais eu. Não vai ser mais você. Não seremos mais nós. Nós somos assim:explosão. Tempestade. Furacão. E ai do que atravessar o nosso caminho! Ai do que chegar perto de quem amamos! Ai do que olhar torto nos nossos dias de tpm!
Não deixe de lutar pelo que acredita. Não deixe de se expôr pelo que é justo. Não reduza o ciúme nem em 5%. (...) Não minimize, a grandiosidade, nas particularidades da Marianne em essência"
Finalzinho da carta que devo ler aos trinta anos de idade.
Atividade extra da semana.