Um abrir e fechar de olhos foi o suficiente. Tudo tinha passado. A moça, no entanto, guardava o jeito como o neologismo do rapaz soava engraçado. Eles repetiam juntos o que só tinha graça para os dois. Só eles, mesmo, se acabavam de rir de uma bobeira daquela. Era um sacolejar de corpos, um estreitar de olhos -- umas boas gargalhadas.
"Quanta ingenuidade cabe em um sorriso de moço pronto?", ela se perguntava até agora.