Me lembro de ter oito anos e conversar com minha família sobre meus futuros planos. Eu adorava falar e, mais ainda, com as pessoas de quem gostava. Minha tia sempre me questionou a respeito de emprego e profissão. "Mari, o que você quer ser quando crescer?", tia Carminha, fofa, separava um tempo para um bate papo com a caçula da casa. "Jornalista, tia.", minha resposta saía antes de que me desse conta.
Quinze anos se passaram desde então e eu ainda respondo o mesmo. "Eu quero ser jornalista". Talvez não responda com toda a ingenuidade, mas certamente com o mesmo amor.
Depois da palestra no Laboratório A.