"Eu começaria com um oi, casualmente, como se não tivesse notado o quanto nos perdemos no tempo sem nos cumprimentarmos. Por muitas vezes, já pensei em dizer um oi como quem não quer nada, para ver, de repente, o que despertaria em você.
Eu perguntaria, em seguida, como está sua rotina, suas notas, seus pais, seu cachorro. Perguntaria se o seu grau de miopia aumentou ou com quem você anda cortando o cabelo; se o seu casaco azul ainda está guardado e se você tem exagerado, final de semana, na bebida... Essas particularidades que, apenas por ser suas, (...) são tão interessantes."
Comecinho do último texto escrito pensando num quase-casal fofinho.